Visa cria óculos escuros que funcionam como cartão de crédito

Já é uma realidade sair só com o seu smartphone Samsung e pagar contas em bares, restaurantes e postos de gasolina. Mas a Visa teve uma ideia ousada para tornar a tecnologia de pagamentos ainda mais invisível: óculos escuros.

A empresa anunciou no festival de cultura e tecnologia South By Southwest (SXSW), realizado nos Estados Unidos, e colocou a novidade em testes durante um campeonato de surf na Austrália na última terça-feira (14).

Funciona assim: os óculos têm uma tecnologia chamada NFC (que permite comunicação por proximidade). Em maquininhas de pagamentos com suporte para isso – já há muitas dessas no Brasil –, basta encostar os óculos para realizar um pagamento.

Você precisa carregar (com dinheiro) o cartão pré-pago vinculado ao chip NFC embutido nos óculos. Dessa forma, se você, por exemplo, perder seu acessório, quem encontrá-lo não poderá estourar seu limite do cartão de crédito.

A Visa não deixou explícita a necessidade ou não se senhas. Porém, outras iniciativas semelhantes da empresa dispensavam o uso de códigos de verificação comuns. Era só tocar, pagar e ir embora.

Os óculos usados pela Visa nessa fase inicial são da Ray Ban. Vale notar que não é preciso recarregar o gadget, o chip NFC não precisa de energia para funcionar.

Não é a primeira vez que a Visa tenta transformar acessórios em meios de pagamento. Durante a Olimpíada Rio-2106, a companhia distribuiu entre atletas, influenciadores e jornalistas uma pulseira com chip NFC e um cartão pré-pago vinculado.

 

 

 

Fonte: Exame.com

Provarei inocência mesmo sem saber do que sou acusada, diz Dilma

A ex-presidente Dilma Rousseff disse, por meio de nota divulgada na manhã desta quarta-feira, 15, que ao longo de três anos nunca surgiram provas ou indícios contra ela na Operação Lava Jato, apenas “ilações” de terceiros, e afirmou que provará sua inocência “mesmo sem saber sequer do que está sendo acusada desta vez”.

No texto curto assinado pela assessoria de imprensa da ex-presidente, Dilma também critica o vazamento “seletivo” das delações da Odebrecht por “agentes públicos que deveriam zelar pela Justiça”.

A ex-presidente está em Portugal, onde recebeu a notícia de que é alvo de pedido de inquérito feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por meio de assessores. Segundo pessoas próximas, ela ficou surpresa com a notícia.

A íntegra da nota:

“A propósito das notícias veiculadas nesta quarta-feira, 15 de março, sobre a suposta inclusão da ex-presidenta Dilma Rousseff na chamada ‘lista de Janot’, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff informa:

1. Desde o início das investigações sobre a Operação Lava Jato, há quase três anos, nunca surgiram provas ou indícios do envolvimento direto de Dilma Rousseff em desvio de recursos públicos ou corrupção.

2. Suspeitas são sempre lançadas contra ela no terreno das ilações ou citações indiretas em conversas de terceiros.

3. As delações de empresários e executivos da Odebrecht estão cobertas pelo manto do sigilo judicial, mas, de maneira usual, os vazamentos seletivos continuam sendo praticados justamente por aqueles agentes públicos que deveriam zelar pela Justiça.

4. Dilma Rousseff defenderá sua honra e provará sua inocência na Justiça, mesmo sem saber sequer do que está sendo acusada desta vez.”

 

 

Fonte: Exame.com

Temer diz que reforma evita “colapso” da Previdência

Enquanto cidades por todo o país têm protestos nesta quarta-feira contra a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer, o presidente deu declarações em defesa das mudanças nas regras do INSS. Temer afirmou que a reforma “não vai tirar direito de ninguém” e se destina a salvar o sistema previdenciário do “colapso”.

“Nós apresentamos um caminho para salvar a Previdência do colapso, para salvar os benefícios dos aposentados de hoje e dos jovens que se aposentarão amanhã.  Quem tem direito adquirido, ainda que esteja no trabalho, não vai perder nada do que tem. Mas é prevenir o Brasil do futuro”, afirmou o presidente, em um evento de que participaram os presidentes do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, e do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, além do ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy.

O peemedebista também citou o caos fiscal no Rio de Janeiro, que parcela salários de servidores e aposentados desde o ano passado, e estados como Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que decretaram estado de calamidade em função do desarranjo nas contas públicas. “Nós não queremos que o Brasil, daqui a seis, sete, oito anos, seja obrigado a fazer o que está sendo feito nesses estados, uma restrição absoluta”, afirmou o presidente.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) enviada pelo Planalto ao Congresso para reforma da Previdência prevê, entre outros pontos, idade mínima de 65 anos para aposentadoria e tempo de contribuição mínimo de 25 anos ao INSS. De acordo com o presidente, “uma ou outra adaptação” pode ser feita pelos parlamentares.

“Mas não podemos fazer uma coisa modestíssima agora para que daqui a quatro ou cinco anos tenhamos que fazer como Portugal, Espanha, Grécia e outros países, que tiveram que fazer um corte muito maior porque não preveniram o futuro”, enumerou.

Temer também disse que seu governo “imunizou” o Brasil contra o “populismo fiscal” por meio da sanção da PEC que impõe um teto aos gastos públicos e pontuou o que entende como medidas populistas e populares.

“As medidas populistas são aquelas feitas de uma maneira irresponsável. Elas têm efeito imediato, aparentemente cheio de aplausos, para logo depois revelar-se um desastre absoluto. As medidas populares não, elas não têm aplauso imediato, mas têm o reconhecimento posterior, o que nós estamos praticando são medidas populares e não medidas populistas”, comparou.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Desaparecimento da “lista suja” do trabalho escravo gera críticas

Rio de Janeiro – Último país americano a abolir a escravidão, o Brasil publicava desde 2003 uma elogiada “lista suja” de patrões que pareciam não ter se inteirado disso.

Mas desde que Michel Temer assumiu o poder em 2016, o governo deixou de divulgar essa relação semestral, gerando muitas críticas.

Uma ordem judicial obrigava a divulgação da lista em 7 de março, mas isso não ocorreu, já que um recurso da Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu atrasar a publicação desse mapa da escravidão moderna no país.

O argumento apresentado pela entidade que representa os interesses do governo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi que essa lista vulnerabiliza o direito à defesa das empresas citadas.

A lista deve voltar a ser publicada em julho deste ano, depois que uma comissão do governo acompanhada por representantes sindicais e patronais revisou os critérios de inclusão.

O Ministério Público do Trabalho recorreu da decisão do governo, sustentando que essa lista é o “mais efetivo, eficaz e expedito modo de combater o mal do trabalho escravo”. Várias ONGs também criticaram o adiamento da divulgação.

“Está claro que o governo está censurando a lista suja e a impressão que fica para sociedade é que neste momento o Ministério do Trabalho tem o objetivo de proteger as empresas, e não os trabalhadores”, disse à AFP Leonardo Sakamoto, fundador da ONG Repórter Brasil, que investiga as companhias acusadas de escravidão.

A ONG australiana Walk Free estima em seu relatório de 2016 que no mundo haja 45,8 milhões de pessoas submetidas a condições de trabalho equiparáveis à escravidão, 58% delas em cinco países: Índia, China, Paquistão, Bangladesh e Uzbequistão. No Brasil, há cerca de 161.000.

Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT, ligada à Igreja Católica), 52.000 pessoas foram resgatadas dessas condições degradantes de trabalho nas últimas duas décadas.

A maior parte das vítimas é de jovens entre 15 e 30 anos, analfabetos, oriundos de áreas pobres e levados para plantações de soja, cana-de-açúcar, ou minas, com a promessa enganosa de bons salários.

Mas, quando chegam ao local, se veem submetidos a condições de exploração extrema, sem remuneração, com péssimas condições de alimentação e moradia, sendo frequentemente sujeitos a castigos físicos e impedidos de saírem sob ameaças de morte, segundo explicou no ano passado o coordenador da CPT, Xavier Plassat, por conta do processo que chegou à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

Sem lista desde 2014

Um recurso apresentado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) levou, em dezembro de 2014, o Supremo Tribunal de Justiça (STF) a proibir a divulgação dessa lista, com o argumento de que não há mecanismos de defesa para os que eram mencionados nela.

O governo de Dilma Rousseff fez uma série de modificações e a proibição da divulgação foi retirada pelo STF em maio de 2016.

A lista deveria ter sido publicada em junho, um mês depois de Temer assumir o governo, e novamente em dezembro, mas isso não aconteceu até agora.

O presidente conta com uma ampla base de apoio no Congresso, principalmente da bancada ruralista.

Em resposta a uma consulta feita pela AFP, o Ministério do Trabalho se limitou a enviar uma nota em que o ministro Ronaldo Nogueira assegurava no início do mês que a lista é “um importante instrumento para o combate ao trabalho escravo”, mas que as modificações ordenadas por Dilma não garantiam o direito à “ampla defesa dos acusados de crime, o que daria margem para novas contestações judiciais”.

O combate ao trabalho escravo ganhou força durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, sendo seguido por Lula, que criou essa “lista suja”. As empresas incluídas são passíveis de multas e podem ter seu crédito bloqueado em bancos públicos.

Em um relatório de abril de 2016, a ONU reconheceu os avanços do país no tema, mas pediu ao governo que reativasse a “lista suja”, por ser um instrumento “importante” para combater a escravidão moderna.

“A importância da lista é total: para garantir transparência da política pública de combate ao trabalho escravo, e para que as empresas estrangeiras possam fazer uma análise de risco e se sentirem seguras na hora de comprar certos produtos”, afirma o fundador da Repórter Brasil.

Em dezembro, a CIDH pronunciou uma condenação histórica contra o Brasil, ordenando-o a indenizar 85 trabalhadores que foram reduzidos a condições de escravidão em fazendas no Pará.

Greve geral: transporte e escola serão afetados; saiba quem para

Sindicatos de diversas categorias confirmaram para amanhã (15) uma greve geral contra as reformas previdenciária e trabalhista propostas pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB). Os protestos foram convocados por centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais.

A paralisação deve afetar o transporte de passageiros e o funcionamento das escolas públicas. Outras categorias ainda estão avaliando a adesão ao movimento. Veja abaixo quem promete parar amanhã em São Paulo:

Metroviários
Os metroviários já aprovaram suspender as atividades por 24 horas nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata, mas realizam assembleia hoje à noite para decidir a paralisação. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tenta na Justiça evitar a paralisação com um pedido de liminar para garantir o funcionamento do sistema.

Motoristas de ônibus
O sindicato dos motoristas da cidade aprovou participar da paralisação. O transporte na cidade, operado pelas empresas SPTrans e EMTU, será afetado entre 0h e 8h da manhã. Neste período, os trabalhadores vão se mobilizar para manter os ônibus dentro das garagens.

Professores municipais e estaduais
Professores municipais e estaduais também aprovaram aderir à greve geral desta quarta-feira. Os profissionais de escolas municipais já definiram que vão manter a greve até o dia 21, quando ocorrerá nova manifestação para definir os próximos passos da categoria. O protesto de amanhã será em frente à prefeitura, no Viaduto do Chá, a partir das 15h.

Já os professores estaduais decidem amanhã se estendem a paralisação para outros dias. A categoria se reúne às 14h de amanhã na Praça da República, região central da cidade.

Metalúrgicos do ABC
Os metalúrgicos do ABC também irão participar das paralisações, mas os atos ainda não estão confirmados.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Justiça concede liminar que suspende cobrança de bagagem

A Justiça Federal em São Paulo concedeu hoje (13) liminar contra a norma que autoriza as companhias aéreas a cobrar pelo despacho de bagagens.

A decisão da 22ª Vara Cível atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) contra a resolução 400, de 13 de dezembro de 2016, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permite as novas taxas a partir de amanhã (14).

Na ação, o MPF argumentou que “a cobrança fere os direitos do consumidor e levará à piora dos serviços mais baratos prestados pelas empresas”.

Atualmente os passageiros têm direito de despachar itens com até 23 quilos em voos nacionais e dois volumes de até 32 quilos cada, em viagens internacionais, sem pagar taxas extras. Na cabine, os consumidores podem levar bagagens que não ultrapassem 5 quilos.

O Artigo 13 da nova resolução da Anac elimina a franquia mínima de bagagem despachada, alertou o MPF. O valor pago pela passagem incluiria apenas a franquia da bagagem de mão de 10 quilos, peso que pode ser reduzido “por motivo de segurança ou de capacidade da aeronave”.

O órgão argumenta que a Anac fez a mudança sem analisar a estrutura do mercado brasileiro nem o impacto da medida sobre os passageiros com menor poder aquisitivo.

Além disso, uma perícia realizada pelo MPF concluiu que “o objetivo das novas regras é ampliar o lucro das companhias, que reduzirão a qualidade dos serviços de menor custo, já embutidos no valor das passagens, e aperfeiçoarão os pacotes mais caros para estimular os consumidores a comprá-los”.

 

 

 

Fonte: Exame.com

Doria encerra contrato com empresa acusada de corrupção

João Doria rescindiu o contrato da prefeitura com a Alumini, empresa responsável por 40% da iluminação pública da cidade de São Paulo.

A Alumini foi considerada inidônea pela Controladoria Geral da União por envolvimento com o esquema de propinas na Petrobras.

Dória quer agora fazer uma parceria público-privada para definir as empresas que vão prestar o serviço de iluminação.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Temer afirma que reforma da Previdência evitará que País acabe na mesma situação do RJ, MG e RS

SÃO PAULO - O presidente Michel Temer (PMDB) disse em entrevista à Rádio CBN que a reforma da Previdência vai evitar que o País acabe na mesma situação do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, Estados que decretaram calamidade financeira.

Temer disse que o Brasil não pode, daqui a quatro ou cinco anos, transformar-se em uma figura como está acontecendo com os Estados brasileiros, que passam por dificuldades financeiras por causa do déficit previdenciário. "O governo manda aquilo que acha necessário para que o Brasil não se transforme, vou citar aqui com toda a liberdade porque já está 'publicizado', a história do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais, Estados que estão passando por grandes dificuldades em função do fenômeno previdenciário", declarou o peemedebista.

Diante da busca do governo para aprovar a reforma da previdência e das declarações de membros da base aliada afirmando que a proposta não passa como está, o presidente disse que o tema pode ter objeções, mas que o governo vai até onde puder para dialogar com os parlamentares no sentido de aprovar a emenda com os termos enviados ao Congresso. "Haverá observações e objeções, é natural que haja. Vamos até onde pudermos, é preciso dialogar, e nosso diálogo será no sentido de aprovar tal como está", afirmou.

 

 

 

Fonte: Economia.estadao.com.br

Consumidor pagou R$ 1,8 bi a mais na conta de luz em 2016

Os brasileiros pagaram 1,8 bilhão de reais a mais na conta de luz em 2016. O valor corresponde que deveria ter sido entregue pela usina nuclear de Angra 3, cujas obras estão paralisadas e sem data para serem concluídas.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), “os consumidores não sofrerão nenhum prejuízo”, pois o valor pago indevidamente será ressarcido por meio de descontos nos reajustes tarifários deste ano. A agência diz que as quantias serão reajustadas pela taxa de juros básica do país, a Selic.

A Aneel disse que havia autorizado em 2015 que os encargos referentes a Angra 3 não fossem recolhidos, mas admitiu que ainda assim houve cobrança.

“O valor estimado foi repassado aos processos tarifários das distribuidoras em 2016. Para 2017, a previsão do ERR (encargo) referente a Angra 3 foi retirada dos processos tarifários”, informou a agência.

Contratada para aumentar a segurança do sistema elétrico, a usina nuclear de Angra 3 será remunerada por um encargo cobrado nas tarifas para custear a “energia de reserva”.

A previsão original era que Angra 3 iniciasse as operações no final de 2015, mas já há tempos havia sinais de que o cronograma não seria cumprido, em meio a problemas financeiros da Eletrobras, responsável pela usina, e investigações de corrupção no empreendimento.

 

A Aneel não informou imediatamente para quem foram direcionados os recursos arrecadados para custear a energia de Angra 3 em 2016.

 

 

 

 

Fonte: Veja.abril.com

Quem deve declarar o Imposto de Renda 2017

São Paulo – O prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda 2017 começa no dia 2 de março e termina no dia 28 de abril. O programa para preencher a declaração poderá ser baixado a partir desta quinta-feira (23), às 9h, no site da Receita Federal.

Dependendo do valor dos rendimentos que você recebeu no ano passado e do tipo de transações financeiras que realizou, você pode ser obrigado a entregar a declaração, sob pena de receber multa de 165,74 reais se entregar o formulário fora do prazo.

Está obrigado a entregar a Declaração de Ajuste Anual neste ano quem, em 2016, se enquadrou em pelo menos uma das condições a seguir:

 

Critérios Condições
Rendimentos tributáveis Recebeu rendimentos tributáveis (como salários e aluguéis) cuja soma anual foi superior a 28.559,70 reais;
Rendimentos isentos Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (como indenizações trabalhistas, caderneta de poupança ou doações) em valor superior a 40 mil reais;
Ganhos de capital (lucro) Obteve, em qualquer mês, lucro na venda de bens ou direitos sujeitos à incidência de imposto de renda, como imóveis vendidos com lucro;
Venda de imóvel com isenção de imposto sobre ganho de capital Optou pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital recebido na venda de imóveis residenciais cujo valor resultante da venda tenha sido aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país no prazo de 180 dias, contados a partir da data de celebração do contrato de venda ? por mais que haja a isenção, esse tipo de transação deve ser declarado.
Bolsa Realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas (por exemplo, comprou ou vendeu ações na bolsa);
Atividade rural Obteve receita bruta em valor superior a 142.798,50 reais com atividade rural; ou quem pretende compensar, no ano-calendário de 2016 ou posteriores, prejuízos com atividade rural em anos anteriores ou no próprio ano-calendário de 2016.
Bens e direitos Tinha, em 31 de dezembro de 2016, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a 300 mil reais (por exemplo, um imóvel de 500 mil reais, ou ações no valor de 400 mil reais);

Fonte: Diário Oficial da União

 

 

Novidades deste ano

A Receita fez novas exigências para quem precisa declarar o IRPF 2017. A partir de agora, o Fisco vai pedir e-mail e telefone de contribuinte na declaração do IR, mas quem não quiser, não precisará obrigatoriamente informar. IRPF 2017: Principais cuidados ao declarar seu imposto de renda – Patrocinado  

Outra novidade importante é que o contribuinte poderá apenas atualizar o programa gerador já instalado em seu computador, automaticamente, sem precisar fazer um novo download. Para isso, basta clicar em “menu”, “ferramentas” e “verificar atualizações”.  

Não será mais necessário baixar o programa Receitanet, que foi incorporado ao programa gerador do Imposto de Renda. Assim, o contribuinte vai precisar fazer apenas uma única instalação.

Além disso, quando o contribuinte digitar um nome para um CPF ou CNPJ, o sistema vai armazená-lo e preenchê-lo automaticamente nos campos seguintes.

A Receita também fez uma nova exigências para os contribuintes que têm dependentes com 12 anos ou mais. Quem desejar incluí-los  na declaração vai precisar registrá-los no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Até então, a obrigatoriedade valia somente para dependentes com 14 anos ou mais.

Calendário de restituições

A restituição do Imposto de Renda Pessoa Física será feita em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. Confira o calendário:

Lote Dia da restituição
16 de junho
17 de julho
15 de agosto
15 de setembro
16 de outubro
16 de novembro
15 de dezembro

 

 

 

 

Fonte: Exame.com