Estágio em Rede de Agência

Área

Dir Exec Rede Comercial - Ag Xaxim-Exp-Pr Atend
Atividades e desafios desta vaga

Abordar e entender de forma rápida a necessidade de cada cliente para a direcioná-lo ao atendimento mais adequado; Conhecer todas as transações e produtos disponíveis nos canais alternativos para incentivar a utilização pelos clientes; Análise dos documentos para pagamento no caixa, visando identificar as possibilidades de atendimento nos Canais de Relacionamento; Atendimento e direcionamento de clientes.
Perfil necessário para esta vaga

Cursando a partir do 2° semestre da graduação; Desejável: CPA-10. Cursos elegíveis: Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação, Economia, Gestão Bancária, Gestão Comercial, Gestão de Marketing, Gestão Empresarial, Gestão Financeira, Processos Gerenciais, Propaganda e Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais, Relações Públicas ou Secretariado.
Briefing

  • Graduação Pré-requisito;
  • Certificação CPA 10 - ANBIMA Desejável;
Experiência profissional exigida

Atendimento ao cliente
Informações do local

Banheiro adaptado
Requisição de código

463572
Fonte: Indeed.com.br

Vaga Gerente de Relacionamento e Negocio – Sicoob Integração

  • Local de trabalho:

 

Sicoob Integração - Brasnorte/MT.

 

  • Formação:

Ensino superior em administração, ciências contábeis, economia, ou áreas afins.

 

  • Pré-requisitos:

 

ANBIMA CPA 10, conhecimento de mercado financeiro, instituição e matemática financeira, experiência com atendimento e vendas de produtos e serviços.

 

 

  • Atribuições do cargo:

 

Executar, prioritariamente, prospecção, atendimento, vendas e consultoria financeira e de produtos e serviços. Atendimento e vendas de produtos e serviços aos associados que venham ao PA-Agencia. De acordo com metas previamente acordadas, efetivar negócios e venda de produtos e serviços, respeitando as necessidades e perfil dos associados e mantendo alto nível de qualidade no atendimento. Fazer a gestão da carteira de associados em sua responsabilidade, com apoio do seu gestor imediato, visando rentabilidade adequada e sustentável.

 

 

Fonte: Indeed.com.br

Cade sugere posto sem frentista e venda direta para reduzir preços

São Paulo – Postos de gasolina sem frentistas e venda direta de etanol dos produtores para os postos.

Estas são algumas das sugestões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) divulgadas nesta terça-feira (29) para aumentar a concorrência no setor de combustíveis e reduzir preços.

As propostas serão discutidas em sessão plenária ainda hoje. A alta do diesel é uma das razões da atual greve dos caminhoneiros.

O movimento causou problemas de desabastecimento em todo o país, que ainda não foram equacionados apesar de várias concessões do governo.

O Cade é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Justiça com o objetivo de prevenir abuso de poder econômico e preservar a concorrência.

Uma de suas atribuições é julgar propostas de fusões e aquisições para evitar a criação de monopólios que prejudiquem o consumidor, por exemplo.

Veja a íntegra do comunicado:

“O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) desenvolveu estudo com o objetivo de contribuir para o debate a respeito do setor de combustíveis no Brasil.

Intitulada Repensando o setor de combustíveis: medidas pró-concorrência, a publicação foi organizada pelo Departamento de Estudos Econômicos da autarquia (DEE/Cade), em colaboração com a Superintendência–Geral (SG/Cade), e apresenta nove propostas com o objetivo de aumentar a concorrência no setor e, por consequência, reduzir os preços ao consumidor final.

As propostas já estavam sendo maturadas e discutidas internamente há algum tempo, como sugestões do Departamento de Estudos Econômicos e da Superintendência–Geral. Além disto, acredita-se que o impacto das medidas propostas seja positivo para sociedade.

O que se espera é, de maneira realista, incentivar o debate social e democrático a respeito de alguns temas específicos, que podem favorecer a concorrência no setor”, ponderam os pesquisadores responsáveis pelo estudo.

Apesar de o setor de combustíveis ser o principal alvo de denúncias de prática de cartel no Brasil, defende-se que nem todos os problemas desse mercado são provocados por condutas anticompetitivas e que existem questões ligadas ao desenho institucional que poderiam ser melhoradas para aumentar o nível de rivalidade.

As nove propostas estão reunidas em três tópicos temáticos, envolvendo, respectivamente, questões regulatórias (cinco medidas), estrutura tributária (duas medidas) e outras alterações institucionais de caráter geral (duas medidas):

1)   Permitir que produtores de álcool vendam diretamente aos postos

Atualmente, os produtores de etanol não podem vender o produto diretamente ao posto por conta de restrições previstas em resoluções da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Entende-se que este tipo de norma regulatória – a princípio – produz ineficiências econômicas, à medida em que impede o livre comércio e dificulta a possibilidade de concorrência que poderia existir entre produtor de etanol e distribuidor de combustível.

2)   Repensar a proibição de verticalização do setor de varejo de combustíveis

No Brasil, é vedado por lei a um posto de gasolina pertencer a uma distribuidora de gasolina ou a uma refinaria. Há diversos estudos empíricos que demonstram que os custos e os preços da venda de gasolina aumentam quando se proíbe essa verticalização.

3)   Extinguir a vedação à importação de combustíveis pelas distribuidoras

A permissão de importação pelos distribuidores de combustível reduziria os custos de transação e as margens de remuneração do intermediário (importador), além de estimular o aumento no número de agentes na etapa de fornecimento de combustíveis, com possível diminuição dos preços.

4)   Fornecer informações aos consumidores do nome do revendedor de combustível, de quantos postos o revendedor possui e a quais outras marcas está associado

A justificativa principal para tal sugestão é que os consumidores não sabem quais postos concorrem entre si. Atualmente, um revendedor pode possuir diversas marcas simultaneamente (BR, Ipiranga, Shell, etc.) e estabelecer preços iguais para seus postos, mesmo sendo de bandeiras diferentes. Tal situação dá a impressão errônea para os consumidores que diferentes marcas combinaram preços.

5)   Aprimorar a disponibilidade de informação sobre a comercialização de combustíveis

A ampliação, o cruzamento e o aprimoramento dos dados à disposição da ANP e do Cade relacionados à comercialização de combustíveis (preços, volumes, etc.) permitirá a detecção mais ágil e precisa de indícios econômicos de condutas anticompetitivas. Eventualmente, é possível pensar em uma revisão do art. 198 do Código Tributário Nacional para permitir que o Cade tenha acesso a dados fiscais do mercado de maneira mais ampla.

6)   Repensar a substituição tributária do ICMS

Para cobrar o imposto na origem, a autoridade tributária precisa elaborar uma tabela estimada de preços de revenda. Essa prática pode levar à uniformização dos preços nos postos. Ela também prejudica o empresário que opta por um preço mais baixo que o definido no momento da tributação.

7)   Repensar a forma de tributação do combustível

Atualmente o imposto é cobrado por meio de um valor fixo por litro de combustível (ad rem). Há, portanto, uma distorção, já que alguém que vende o litro da gasolina mais barato paga proporcionalmente mais imposto do que outro que vende combustível mais caro. Desse modo, há incentivos para a venda com preços mais altos. O estudo sugere a cobrança de valores percentuais (ad valorem) sobre a receita obtida com a venda.

8)   Permitir postos autosserviços

O autosserviço tende a reduzir custos com encargos trabalhistas, com consequente redução do preço final ao consumidor. Além disso, dota o consumidor de maior poder de escolha entre abastecer pessoalmente seu próprio carro ou escolher um posto com serviços de frentistas.

9)   Repensar as normas sobre o uso concorrencial do espaço urbano

Propõe-se uma regulamentação nacional que fomente a rivalidade entre postos de combustíveis e repense restrições do uso do espaço urbano (a proibição de instalação de postos de gasolina em hipermercados, por exemplo), que acabam por diminuir a rivalidade entre os agentes de mercado e elevar o preço dos combustíveis.”

 

 

Fonte: Exame.abril.com.br

Oportunidade – Agente Comercial I

Agente Comercial
Requisitos: Ensino Superior completo ou cursando. Possuir a certificação CPA 10 ou 20.
Salário: R$ 2.000,01 - 03 primeiros meses
R$ 2.192,89 após 03 meses
*Gratificação (R$522,39)
*Vale Refeição (R$737,00)
*Vale Alimentação (R$ 580,83)
* Variável: Dependendo do trilhas pode chegar de 0 a 650.
*Auxilio creche (R$ 446,11)
*Seguro de vida
*Assistência médica
*Assistência odontológica
Previdência privada

Novo pedido de liberdade de Lula é negado no STJ

O ministro Felix Fischer, relator da Operação Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça (STJ), rejeitou um habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde o dia 7 de abril em razão de sua condenação na Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.

Lula já teve um pedido de liberdade negado em caráter liminar um dia antes de começar a cumprir sua pena. Segundo o ministro Felix Fischer, o caminho processual era que o habeas corpus fosse julgado no mérito pela 5ª Turma do STJ, mas ele entendeu que o pedido da defesa do ex-presidente está agora prejudicado. De acordo com a decisão, o processo só deve ser levado à turma se a defesa do petista entrar com um recurso (agravo de instrumento), questionando a decisão do relator.

Quando a liminar da ação foi julgada, o pedido ainda era “preventivo”, já que a prisão de Lula ainda não tinha sido efetivada. Os advogados do petista pediam que fosse concedida liminar para suspender execução provisória da pena até que o julgamento de mérito do habeas corpus fosse realizado.

Ao negar a liminar, em abril, Fischer disse que estava faltando documentação para comprovar que ainda não havia sido concluído o prazo para a apresentação de um novo recurso no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4).

Relator

Felix Fischer foi o relator original do primeiro pedido preventivo de liberdade de Lula feito ao STJ ao fim de janeiro. Mas, em razão do recesso, a decisão que negou aquele habeas corpus liminarmente foi do vice-presidente do tribunal, Humberto Martins.

Fischer relatou o processo de Lula quando a 5ª Turma do STJ precisou enfrentar o mérito do pedido do ex-presidente. Lá, em 6 de março, os cinco ministros da turma negaram, unanimemente, o habeas corpus do ex-presidente.

Na semana passada, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), negou por unanimidade, em julgamento no plenário virtual, um pedido de liberdade do petista. A defesa de Lula agora se concentra nos recursos especial e extraordinário, julgados respectivamente no STJ e no STF. Eles foram apresentados ao TRF4, responsável pela admissão dos recursos nas cortes superiores.

Na última quarta-feira, 9, logo depois de a 2ª Turma do STF formar maioria contra o recurso de Lula, o ex-ministro Sepúlveda Pertence, advogado de defesa do petista, destacou a análise dos recursos especial e extraordinário. “Vamos continuar a luta agora nos recursos especial e extraordinário, que permitirão ao Supremo um exame mais concreto e substancioso do processo”, comentou Sepúlveda na ocasião.

 

Fonte: Veja.abril.com.br

STF limita foro privilegiado de deputados e senadores

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira (3) o julgamento sobre o foro privilegiado de deputados e senadores e decidiu que os parlamentares só serão julgados no STF em casos de crimes cometidos durante o exercício do mandato e em função dele. A análise da ação foi retomada nesta quarta-feira (2), após um intervalo de cinco meses, e encerrada hoje com o voto do ministro Gilmar Mendes. A votação foi unânime para limitar o foro especial dos membros do Congresso. Houve, no entanto, divergências entre os ministros quanto ao limite da restrição.

Quando o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli, em novembro de 2017, já havia maioria para aplicar o foro dos membros do Congresso somente a delitos cometidos depois da diplomação no mandato e em razão do cargo. O ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação, propôs a limitação da prerrogativa nestes moldes e foi seguido pelos ministros Rosa WeberEdson FachinLuiz FuxCelso de MelloMarco Aurélio Mello e a presidente do STF, Cármen Lúcia.

Já o ministro Alexandre de Moraes propôs uma restrição menor ao foro privilegiado, divergindo de Barroso por entender que todos os crimes cometidos após a diplomação no mandato, mesmo que não relacionadas à atividade parlamentar, deveriam ser abarcados pelo foro. Moraes foi acompanhado pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Dias Toffoli, que inicialmente também havia seguido Alexandre de Moraes, retificou seu voto nesta quinta-feira e sugeriu, além da limitação menor ao foro, que também seja restrita a prerrogativa de todas as autoridades, incluindo ministros do STF e do STJ, ministros de Estado, governadores e prefeitos, entre outros. Gilmar concordou com o entendimento do colega, que pode voltar a ser debatido no Supremo.

A decisão tomada pelo STF, portanto, limita-se ao foro privilegiado dos 513 deputados e 81 senadores – e não se aplica às cerca de 55.000 pessoas que dispõem do foro no Brasil pela função que exercem. Conforme uma estimativa divulgada por Luís Roberto Barroso em seu voto, o Supremo tem 528 inquéritos e ações penais envolvendo autoridades com foro privilegiado, que serão reduzidos em 90% com o envio dos processos a instâncias inferiores da Justiça.

Ao analisar a questão, o plenário da Corte também decidiu, por unanimidade, que o ganho ou a perda de foro privilegiado não alterará o juiz ou o tribunal responsável por julgar um processo se a ação tiver concluído a fase de colheita de provas e instrução processual, na qual são ouvidos testemunhas e réus, e for aberta às partes a fase de alegações finais. O entendimento pretende colocar fim ao chamado “elevador processual”, que faz com que processos “subam” ao STF ou “desçam” a instâncias inferiores em função de término de mandato, eleição ou renúncia do réu a cargos com diferentes foros.

O caso concreto julgado pelo STF envolve o foro privilegiado do atual prefeito de Cabo Frio (RJ), Marcos da Rocha Mendes, o Marquinho Mendes (MDB). Ele é réu por comprar votos na eleição municipal de 2008, ano em que se reelegeu prefeito da cidade. Quando Mendes concluiu o mandato, em 2012, o caso foi remetido à primeira instância e, em 2016, passou a ser conduzido pelo STF depois que ele assumiu a cadeira do ex-deputado federal Eduardo Cunha (MDB-RJ) na Câmara. Mendes, entretanto, renunciou ao mandato parlamentar ao ser eleito novamente prefeito, em 2016, e o processo voltou à segunda instância, a quem cabe processar e julgar os mandatários municipais.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Com rombo de R$ 24,8 bi, contas do governo têm pior resultado em 21 anos

O caixa do governo central registrou um déficit primário de 24,827 bilhões de reais em março, o pior desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 1997. O resultado reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social eBanco Central.

Entre janeiro e março deste ano, o resultado primário foi de déficit de 12,980 bilhões de reais, o melhor desempenho desde 2015. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em 19,563 bilhões de reais.

Em 12 meses, o governo central apresenta um déficit de 119,5 bilhões de reais, o equivalente a 1,78% do PIB. Para este ano, a meta fiscal admite um déficit de até 159 bilhões de reais nas contas do Governo Central.

As contas do Tesouro Nacional – incluindo o Banco Central – registraram um déficit primário de 4,701 bilhões de reais em março. No ano, porém, o superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) é de 36,072 bilhões de reais. As contas apenas do Banco Central tiveram superávit de 43 milhões de reais em março e déficit de 135 milhões de reais no acumulado do ano até o mês passado.

No mês passado, o resultado do INSS foi um déficit de 20,127 bilhões de reais. Já no acumulado do ano, o resultado foi negativo de 49,052 bilhões de reais .

Receitas

O resultado de março representa alta real de 1,4% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas tiveram alta real de 12,6%. No ano até março, as receitas do governo central subiram 7,6% ante igual período de 2017, enquanto as despesas aumentaram 4,6% na mesma base de comparação.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

 

Economia global mostra vigor, mas precisa ser inclusiva, diz Banco Mundial

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, afirmou em discurso em Washington nesta quintafeira,
19, que a economia global "mostra um impulso sólido". O Banco Mundial projeta crescimento de
3,1% no mundo em 2018, no patamar mais forte desde 2011, com recuperação nos investimentos, no
setor manufatureiro e no comércio.

"O desafio agora é garantir que o crescimento forte se traduza em crescimento inclusivo, de modo que
os benefícios da integração econômica global sejam sentidos por todos os membros da sociedade",
defendeu.

A autoridade afirmou que o "crescimento robusto" é uma grande oportunidade para se investir em
capital humano. Ele citou medidas como gastos em infraestrutura, melhora na educação e na saúde e o
aumento da força de trabalho feminina, que podem continuar a apoiar o crescimento. Isso poderia
facilitar as metas de redução da extrema pobreza e garantir uma prosperidade mais compartilhada,
argumentou.

Jim Yong Kim reafirmou a missão do Banco Mundial de erradicar a pobreza. Lembrou ainda a
expectativa pela reunião anual da entidade, em outubro na Indonésia. Segundo ele, o encontro
representará uma oportunidade para se avançar no Projeto Capital Humano, uma medida "rigorosa,
detalhada" do capital humano em cada país, que pode ajudar as nações a investir mais na própria
população.

 

 

Fonte: Economia.estadao.com.br

10 dicas para mandar bem em um curso a distância

Esse papo de que cursos a distância são fáceis é besteira. A falta de uma rotina envolvendo a ida diária à faculdade pode acabar exigindo do estudante ainda mais comprometimento e organização. Veja nossas dicas para essa empreitada:

 

1. EaD não é moleza. Apesar de não terem aulas 100% presenciais, os cursos EaD não são menos exigentes que os tradicionais. Flexibilidade não é sinônimo de facilidade ou menor exigência e, por isso, são necessários comprometimento, empenho e foco para ter um bom resultado em um curso a distância.

2. Disponibilize seu tempo. Um curso EaD dá mais flexibilidade ao aluno, mas isso não quer dizer que ele não vai precisar dedicar um tempo para os estudos. É necessário tanto ou mais tempo de dedicação que um curso presencial, e essa disponibilidade é fundamental.

3. Plano de estudos. Alcir Vilela Junior, coordenador da graduação EaD do Centro Universitário Senac, dá a dica: defina um plano de estudos, organizando sua própria agenda de leitura e resolução de exercícios. Sem isso é praticamente impossível levar um curso EAD à frente.

4. Não abandone seu plano. Esse plano de estudos pode ser, inclusive, semanal. O importante é que ela seja compatível com sua rotina e disponibilidade. Se necessário, faça a revisão do plano, mas nunca o abandone, explica Junior.

5. Mantenha o ritmo. Jamais acumule longos períodos sem realizar as leituras, trabalhos e exercícios propostos. Uma semana de defasagem já implica, normalmente, em um acúmulo muito grande.

6. Faça contatos. Aproveite a rede de contatos que o curso EaD propicia. Você pode conversar com colegas de diferentes localidades e realidades do país ou até do mundo.

7. Aproveite as oportunidades. Um aluno EaD deve ter as mesmas oportunidades que um aluno de curso presencial em atividades extracurriculares, como pesquisa e extensão. Não deixe chances como essas passarem.

8. Explore. Busque sempre explorar ao máximo todas as possibilidades de interação propiciadas pela instituição.

9. Fique por dentro. Entenda o modelo pedagógico da instituição e seus métodos de ensino e aprendizagem aplicados, bem como as tecnologias utilizadas. Esteja pronto para interagir com eles.

10. Seja proativo. É importante que o aluno seja proativo para utilizar os recursos disponibilizados no curso e para demandar o apoio de professores e coordenadores sempre que necessário.

 

 

 

Fonte: Guiadoestudante.abril.com.br

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