Temer decide mudar o comando da PF

O presidente Michel Temer (PMDB) definiu o nome do delegado Fernando Segóvia como diretor-geral da Polícia Federal (PF). Ele substituirá Leandro Daiello, que estava no cargo desde 2011. O presidente se reuniu com Segóvia e o ministro Torquato Jardim (Justiça) no começo da tarde desta quarta-feira.

O nome de Fernando Segóvia foi confirmado pelo Ministério da Justiça na tarde desta quarta-feira. Em breve nota, a pasta diz que Torquato “expressa ao delegado Leandro Daiello seu agradecimento pessoal e institucional pela competente e admirável administração da Polícia Federal”. O texto também exalta o currículo de Segóvia, que foi superintendente da PF no Maranhão e adido policial na África do Sul, “tendo exercido parcela importante de sua carreira em diferentes funções de inteligência nas fronteiras do Brasil”.

No novo cargo, o delegado será o responsável por chefiar as investigações criminais em curso no órgão, incluindo a Operação Lava Jato. Em setembro, a coluna Radar On-Line noticiou que Fernando Segóvia, graças ao período que passou no Maranhão, era o nome favorito da alta cúpula do PMDB, em especial do ex-presidente José Sarney (PMDB), para o comando da PF. Sarney, à coluna, negou a informação.

Segóvia fazia parte de uma lista tríplice que foi elaborada pelo Ministério da Justiça como sendo os nomes ideais para o comando da Polícia Federal. A relação foi apoiada por cinco entidades de categorias que atuam no órgão, sendo a principal a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol) e também era composta pelos delegados Luiz Pontel e Rogério Galloro.

Essa lista não gozava do apoio da Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), outra entidade que representa os policiais federais. A ADPF elaborou, com o voto de 1.300 delegados, uma outra relação, com os nomes de Erika Marena, Rodrigo Freitas e Marcelo Teixeira, encaminhada à Presidência da República em 2016. Pela Constituição brasileira, no entanto, a escolha é livre prerrogativa do presidente, através do ministro da Justiça.

Leia a íntegra da nota oficial do Ministério da Justiça

O Ministério da Justiça comunica que o senhor presidente da República escolheu nomear o delegado Fernando Segóvia como novo diretor-geral do Departamento de Polícia Federal.

Nesta mesma oportunidade, o ministro da Justiça expressa ao delegado Leandro Daiello seu agradecimento pessoal e institucional pela competente e admirável administração da Polícia Federal nos últimos seis anos e dez meses.

O delegado Fernando Segóvia é advogado formado pela Universidade de Brasília, com experiência de 22 anos na carreira. Foi superintendente regional da PF no Maranhão e adido policial na República da África do Sul, tendo exercido parcela importante de sua carreira em diferentes funções de inteligência nas fronteiras do Brasil.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Brasil ganhou um bônus de fazer inveja aos vizinhos

Pela primeira vez em uma década, o Brasil vai ter a inflação mais baixa da América Latina. A inflação baixa é uma espécie de bônus, que traz duas grandes vantagens. A primeira é que sobra mais dinheiro para as pessoas, já que o poder de compra deixa de ser corroído. Além disso, a inflação baixa ajuda a acabar com a recessão, pois o Banco Central não precisa mais subir juros para controlar os preços.

 

 

Fonte: Gazetadopovo.com.br

Quanto custa encher o tanque do carro após o aumento de imposto

aumento de impostos sobre os combustíveis deve fazer o brasileiro gastar quase 11% a mais para abastecer o carro com gasolina se a alta for repassada integralmente (R$ 0,41 por litro), de acordo com uma simulação feita pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). O governo dobrou a alíquota sobre o litro: de R$ 0,38 para R$ 0,79.

A simulação foi feita com base no preço médio, mínimo e máximo do litro da gasolina em todo país na última semana. Os preços foram medidos pela ANP (Agência Nacional de Petróleo).

Para encher o tanque de um carro com capacidade para 50 litros, gastava-se R$ 174,00 com o preço médio do litro em R$ 3,48. Agora, considerando o aumento de R$ 0,41 e o preço médio em R$ 3,89, este valor chega a R$ 194,50. Um aumento de R$ 20,50 (ver tabela abaixo).

Essa conta pode ser ainda mais alta, visto que na sexta-feira (21) o litro da gasolina em São Paulo, de acordo com uma pesquisa da VEJA, chegava a R$ 4,39. Se considerar este caso, o motorista gastaria R$ 219,50 para abastecer um tanque com capacidade para 50 litros.

Para Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), este aumento forçará parte da população a rever os seus gastos no geral e mudar velhos hábitos, já que a alta da gasolina mexe com outros setores e produtos.

“Não podemos pensar que foi apenas o combustível que aumentou. Isso tem influência indiretamente em muitas coisas. Mexe com toda a cadeia, é uma cascata e um impacto gigante. Repercute desde o transporte à matéria prima. Vai ficar mais difícil”, disse Domingos.

“A família terá que se reunir e fazer um diagnóstico, ver os gastos em todos os setores. Pensar apenas no combustível é uma visão muito pequena. Tem que pensar no que é gasto com a alimentação, vestuário e transporte e fazer com que se busque uma redução. É uma análise de padrão de vida”, afirmou.

Veja abaixo a simulação feita pela Anefac com o ajuste de R$ 0,41 no litro da gasolina para um tanque com capacidade para 50 litros:

EXEMPLO 1
Gasolina mais cara
Preço antigo do litro: R$ 4,70
Preço com o repasse integral: R$ 5,11
Quanto pagava antes: R$ 235,00
Quanto pagaria: R$ 255,50
Aumento: 8,72%

EXEMPLO 2
Gasolina mais barata
Preço antigo do litro: R$ 2,79
Preço com o repasse integral: R$ 3,20
Quanto pagava antes: R$ 139,50
Quanto pagaria: R$ 160,00
Aumento: 14,70%

EXEMPLO 3
Média da gasolina
Preço antigo do litro: R$ 3,48
Preço com o repasse integral: R$ 3,89
Quanto pagava antes: R$ 174,00
Quanto pagaria: R$ 194,50
Aumento: 10,44%

 

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Com saque do FGTS, poupança tem segundo mês de captação positiva

O volume de recursos que os investidores depositaram na poupança em junho, já descontados os saques, somou R$ 6,090 bilhões, informou nesta quinta-feira, 6, o Banco Central. Em junho do ano passado, houve saques líquidos de R$ 3,718 bilhões e, em maio de 2017, aportes de R$ 292,6 milhões. Foi a segunda captação líquida mensal registrada em 2017 e o melhor resultado para junho desde 2013, quando houve captação de R$ 9,451 bilhões.

Os dois últimos dias do mês (29 e 30), quando geralmente o volume de depósitos sobe em função do pagamento de salários, foram os destaques. Juntos, este dois dias somaram R$ 4,663 bilhões em depósitos na poupança, já descontados os saques.

Em 2015 e 2016, a crise econômica acirrou os saques, com as famílias mais retirando do que colocando recursos na poupança para fazer frente às despesas. Em 2017, o fenômeno voltou a acontecer, com retiradas líquidas em janeiro, fevereiro, março e abril. Em maio e em junho, porém, houve captação líquida. Nestes dois meses, os trabalhadores puderam retirar recursos de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o que pode ter contribuído para elevar os depósitos na poupança.

 

 

Fonte: Economia.estadão.com.br

Tribunal absolveu 5 dos 43 condenados na Lava-Jato

Com a absolvição de João Vaccari, ex-tesoureiro do PT, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, já extinguiu a pena de 5 dos 43 condenados por Sergio Moro.

O órgão é responsável pela 2ª instância da Lava-Jato e analisa recursos contra penalidades impostas por Moro, juiz que atua na 1ª instância da investigação.

Os desembargadores do TRF4 também reduziram outras oito condenações, manteve 16 sentenças e aumentou outras 14.

 

Fonte: veja.abril.com.br

Calero diz que Doria é ‘versão 2.0 do rouba, mas faz’

Ex-ministro da Cultura e ex-membro do PSDB, Marcelo Calero condenou o apoio que João Doria dá ao governo de Michel Temer. Calero escreveu em seu Twitter que o prefeito de São Paulo encarna nova versão de velhas práticas de governo.

“Doria prometeu encarnar o novo. Mas parece cada vez mais adaptado às práticas da velha política: versão 2.0 do “rouba mas faz”, disse.

Em novembro de 2016, Calero grampeou Temer e o então Secretário de Governo, Geddel Vieira Lima.

Calero acusou os dois fazerem pressão pela liberação de um prédio em Salvador, contrariando uma decisão do o Instituto do do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Geddel tinha comprado um apartamento no edifício.

 

 

Fonte: veja.abril.com.br

Temer sobre reforma trabalhista: ‘Governo ganhará no plenário’

O presidente Michel Temer demonstrou confiança no início da noite desta terça-feira (20), em Moscou, de que o governo poderá reverter a derrota da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Segundo ele, a vitória do governo no plenário é “certíssima”.

Temer convocou uma entrevista coletiva de última hora, na qual só respondeu a perguntas sobre a decisão da comissão do Senado.

Para Temer, a derrota é “muito natural”, porque os projetos passam por várias comissões, onde se “ganha em uma comissão, perde na outra”. “O que importa é o plenário. Portanto, é uma etapa só. Vocês se recordam que no caso da Câmara dos Deputados houve um primeiro momento em que a urgência não chegou a ser votada para ser aprovada e depois foi ao plenário e ganhamos com muita facilidade”, recordou. “O plenário vai decidir e lá o governo vai ganhar. É maioria simples.”

Questionado sobre se tinha convicção dessa vitória, Temer reiterou que não haverá derrota na votação final. “Está certíssimo no plenário. Nós vamos ganhar, o governo vai ganhar no plenário”, frisou.

De acordo com o presidente, a derrota “não é surpresa negativa”. “Isso é assim mesmo. Tem várias fases, várias etapas, e nas etapas você ganha uma, perde outra”, insistiu. “O que importa é o plenário. O Brasil vai ganhar no plenário.”

 

 

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

 

Em silêncio, Dilma espera decisão do TSE para voltar à política

O principal beneficiado por uma eventual decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de absolver a chapa vitoriosa na eleição presidencial de 2014 é o presidente Michel Temer (PMDB), que ganhará algum alívio na sua luta para permanecer no cargo.

Mas Dilma Rousseff (PT), que não se manifestou desde o início do julgamento, também comemorará a decisão: absolvida, ela poderá tentar voltar à política formal  em 2018, como deputada ou senadora. Hoje, ela participa de atividades políticas apenas no PT e nos movimentos sociais que gravitam em torno da legenda.

Como ela, em decisão controversa do Senado de agosto de 2016, não perdeu os direitos políticos no processo de impeachment, estará elegível para 2018 caso não seja condenada no TSE. Em fevereiro deste ano, ela acenou com a possibilidade de disputar uma vaga no Congresso.

“Não serei candidata a presidente da República. Agora, atividades políticas não vou deixar de fazer. Não descarto a possibilidade de uma candidatura para cargos como senadora ou deputada”, disse em entrevista à agência de notícias France Presse.

 

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Pela primeira vez no ano, depósitos superam saques na poupança

Em maio o volume de recursos que os investidores depositaram na poupança foi superior ao montade que foi sacado. O saldo foi de R$ 292,6 milhões, informou nesta terça-­feira, 06, o Banco Central. Esta foi a primeira vez no ano que as aplicações superaram os saques. De acordo com o BC, o total aplicado foi de R$ 180,194 bilhões, enquanto os saques somaram R$ 179,901 bilhões. O estoque do investimento na poupança está em R$ 665,508 bilhões, já considerando os rendimentos de R$ 3,303 bilhões de maio.

Os dois últimos dias do mês (30 e 31), quando geralmente o volume de depósitos sobe em função do pagamento de salários, foram fundamentais para maio fechar no azul. Juntos, este dois dias somaram R$ 4,525 bilhões em depósitos na poupança, já descontados os saques.

No acumulado de 2017, a poupança registra saques líquidos de R$ 18,380 bilhões, resultado de aportes de R$ 826,041 bilhões e retiradas de R$ 844,421 bilhões. No ano passado, em meio à crise, R$ 40,702 bilhões saíram da poupança. Em maio do ano passado, houve saques líquidos de R$ 6,591 bilhões e, em abril de 2017, as retiradas foram de de R$ 1,271 bilhão. Em 2015 e 2016, a crise econômica acirrou os saques, com as famílias mais retirando do que colocando recursos na poupança para fazer frente às despesas. Em 2017, o fenômeno voltou a ocorrer, com retiradas líquidas em janeiro, fevereiro, março e abril. Em maio, porém, houve captação líquida. Além da influência da crise econômica, a poupança vinha perdendo espaço para outros investimentos, considerados mais atrativos. A remuneração da poupança é formada por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) ­ esse cálculo vale para quando a Selic (a taxa básica de juros) está acima de 8,5% ao ano. Atualmente, ela está em 10,25% ao ano

 

 

Fonte : Economia.estadao.com.br

Empresa brasileira de e-commerce é listada entre grandes globais

Pela primeira vez, uma empresa de tecnologia cloud commerce da América Latina aparece com destaque no Quadrante Mágico da Gartner, grupo internacional de consultoria e pesquisa de mercado especializado em TI. A brasileira VTEX figura ao lado de grandes players como Oracle, IBM, SAP e Salesforce no relatório de Comércio Digital 2017, divulgado em abril deste ano. Essa conquista atesta o crescimento e expansão global da empresa.

Para figurar no Quadrante, que traz uma análise qualitativa do mercado, sua direção, maturidade e participantes, as empresas passam por um rigoroso processo que avalia sua visão de negócios, presença global, carteira de clientes e índice de satisfação, bem como a parte técnica da plataforma, casos de uso e funcionalidades.

Sinônimo de inovação mundial, a VTEX lidera a evolução dos padrões, criando tendências do setor de e-commerce. Um exemplo é o Smartcheckout, uma funcionalidade patenteada globalmente focada em aumento de conversão, com sistema nativo one-click-buy.

Ano passado, a empresa iniciou sua expansão para os Estados Unidos e a Europa ao inaugurar unidades em Miami e na Inglaterra, aumentando sua presença global para 11 escritórios em dez países. Além disso, a empresa aposta fortemente no crescimento de seu ecossistema, que já conta com 1 000 parceiros, como agências digitais, meios de pagamento e marketplaces.

“O fato de ter sido desenvolvida e integrada com sucesso em mercados adversos, como os países emergentes, nos permitiu criar uma plataforma única, resiliente, escalável e end-to-end que não pode ser encontrada em nenhuma outra plataforma cloud commerce“, detalha Rafael Forte, sócio diretor da VTEX, responsável pela operação no Brasil. “A evolução da plataforma nos permitirá expandir rapidamente para 50 países, o que nos coloca no mesmo patamar para competir com empresas líderes como Salesforce, Oracle, IBM, SAP e Magento”, finaliza.

Maioridade e experiência global

Com 17 anos de experiência, a VTEX é utilizada por 30% das marcas mais valiosas do mundo, como Sony, Whirlpool, C&A, Walmart, Coca-Cola, Avon, Disney entre outras 2 000 lojas em 20 países. A empresa atribui o rápido sucesso à sua cultura ágil, que permite transformar o entendimento das demandas do setor em melhores experiências de compras omnichannel. Essa cultura combinada com o disruptivo modelo de sistema de microsserviços permitiu que a empresa realizasse mais de 8 000 deploys no ano de 2016.

Como grandes diferenciais, a plataforma atua no mercado de varejo digital com escala automática da infraestrutura elástica e cloud que aumenta as taxas de conversão, diminui os custos operacionais e gera fidelização com os consumidores. Com a exclusiva tecnologia Smartcheckout, por exemplo, as lojas que utilizam a VTEX observam, em média, 54% de aumento de conversão e redução significativa no abandono de carrinhos. Segura e intuitiva, a ferramenta não obriga a criação de senha durante o processo de compra, facilitando a conversão.

Em seu blog, a empresa dá dicas de como aumentar vendas e lucrar com o crescente mercado do comércio eletrônico. Para conhecer mais sobre a plataforma, acesse www.vtex.com.br.

 

 

 

Fonte: Exame.abril.com.br