Calero diz que Doria é ‘versão 2.0 do rouba, mas faz’

Ex-ministro da Cultura e ex-membro do PSDB, Marcelo Calero condenou o apoio que João Doria dá ao governo de Michel Temer. Calero escreveu em seu Twitter que o prefeito de São Paulo encarna nova versão de velhas práticas de governo.

“Doria prometeu encarnar o novo. Mas parece cada vez mais adaptado às práticas da velha política: versão 2.0 do “rouba mas faz”, disse.

Em novembro de 2016, Calero grampeou Temer e o então Secretário de Governo, Geddel Vieira Lima.

Calero acusou os dois fazerem pressão pela liberação de um prédio em Salvador, contrariando uma decisão do o Instituto do do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Geddel tinha comprado um apartamento no edifício.

 

 

Fonte: veja.abril.com.br

Alckmin diz que Doria é ‘ótimo candidato’ ao governo de SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que o prefeito da capital, João Doria (PSDB), “seria um ótimo candidato” à sua sucessão nas eleições de 2018. A fala do governador ocorreu nesta segunda-feira, após uma reunião com o prefeito e os secretários estaduais e municipais no Palácio dos Bandeiras, sede do governo do Estado.

O comentário do tucano vem apenas um dia depois de o prefeito João Doria declarar, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, que poderia ser candidato a governador “se Alckmin pedir“.

Doria, que completa 100 dias como prefeito nesta segunda, reafirmou sua lealdade a Geraldo Alckmin e o defende como nome do PSDB para o Planalto. “Diferentemente de outros, sou leal. Estive do lado de Alckmin na sua pior fase na política. E também estou agora na que ele está no auge”, afirmou.

Na avaliação da maioria dos moradores de São Paulo, Doria não deve abandonar o mandato para ser candidato nas eleições de 2018, segundo o Datafolha. A pesquisa, divulgada no sábado, mostra que 55% dos moradores acham que ele deve cumprir seu mandato de prefeito. O levantamento mostra ainda que apenas 13% dos paulistanos acham que Doria deveria disputar a vaga ao governo estadual. Outros 14% o que querem buscando a Presidência.

Ao ser questionado em evento comemorativo de sua administração se acataria o pedido do governador ou o da população, João Doria tergiversou. “Vou ouvir os dois. Tenho estima, admiração e respeito pelo governador Geraldo Alckmin. E tenho lealdade também, essa é uma característica que tenho e vou manter”, afirmou. “Tenho que ouvi-lo, sim, e ouvir a população. Afinal, governamos para a população. A população é que nos aprova, é que determina se estamos no caminho certo. E até aqui estamos.”

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Doria bate boca com morador pró-Dilma: ‘Golpista é quem rouba’

O prefeito de São Paulo, João Doria, bateu boca nesta terça-feira com um manifestante que o interrompeu com gritos de “golpista” durante cerimônia de entrega de unidades habitacionais em Grajaú, na Zona Sul de São Paulo. Além do prefeito, participavam do evento o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

Enquanto Doria discursava, o homem gritava que aquela obra havia sido feita pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT). Com o microfone na mão e sendo aplaudido pelo público presente, Doria se exaltou e pediu para o manifestantes ir embora.”O golpista é quem rouba o dinheiro público. Golpista é quem rouba o povo. O povo sabe quem é honesto e é decente. Sabe ou não sabe? Vai procurar a sua turma em Curitiba. Pessoal, uma salva de palmas para o Brasil”, exclamou o tucano.

Ao sair do evento, Doria tirou selfies com participantes, disse que a manifestação foi “totalmente extemporânea” e aproveitou para dar uma cutucada no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Veio aqui falar de golpe. Golpe do quê? Golpe deu o Lula no Brasil, isso sim”, afirmou.

O manifestante, que se identificou apenas como Rafael, disse ser morador de Grajaú há anos e se recusou a ir embora, permanecendo no local sob escolta da Guarda Civil Metropolitana (GCM) depois que alguns participantes se aproximaram para pedir a sua retirada. “Eu só vim exercer o que exerço em todo lugar, que é o meu direito de expressão”, explicou.

O evento chegou a ser paralisado por alguns minutos e prosseguiu após o cerimonial intervir e pedir colaboração.

Ao todo, foram entregues 1.888 apartamentos do loteamento América do Sul, que, segundo os dados oficiais, beneficiarão 4.752 pessoas na região. O investimento total da construção é de 118,3 milhões de reais e a obra levou quatro anos para ser concluída.

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Doria determina “lei do silêncio” sobre eleições de 2018

São Paulo – No cargo há menos de três meses, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), começa a experimentar as primeiras ondas de calor oriundas da fogueira de vaidades do PSDB e já teme ser vítima do famoso “fogo amigo” tucano.

Como consequência, Doria orientou assessores diretos a evitar comentários e análises em público e em privado sobre a possibilidade de ele ser candidato a presidente ou a governador do Estado em 2018.

A primeira labareda mais intensa foi sentida na semana passada. Em entrevistas publicadas pelos jornais O Estado de S. Paulo e “O Globo”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou Doria.

“Gestor não inspira nada. Tem de ser líder.” Apresentar-se como um “gestor” da iniciativa privada foi um fator decisivo na campanha eleitoral pela Prefeitura de São Paulo.

Faíscas de fogo amigo surgem nos grupos do senador José Serra e do governador Geraldo Alckmin, que, nos bastidores, começam a ensaiar as primeiras críticas à gestão Doria na Prefeitura.

Outra chamuscada foi dada pelos partidos aliados de Alckmin em São Paulo. O secretário-geral do PTB, deputado estadual Campos Machado, e Roberto Jefferson, presidente nacional da legenda, afirmaram que o PTB “apoia Alckmin, e não o PSDB” à Presidência em 2018.

Para ficar mais claro, disseram que Doria não teria o apoio deles em uma candidatura. Setores do PHS e do PV foram na mesma linha.

Por causa disso, o prefeito avalia que suas chances de concorrer ao Planalto diminuem conforme aumentam as especulações em torno de sua eventual candidatura.

Segundo um de seus auxiliares, o prefeito entende que administrar São Paulo e obter sucesso na empreitada é, hoje, seu maior capital político.

Até porque, como ficou claro, Doria não terá apoio dos três principais líderes do PSDB em São Paulo caso queira se lançar, agora, no cenário eleitoral.

FHC, Serra e Alckmin não estão interessados em tê-lo como pré-candidato ao Planalto neste momento, já que os dois últimos também cogitam concorrer a presidente.

Quanto ao governo, ainda não há consenso. Serra é mais refratário à ideia, enquanto Alckmin se mostra menos resistente a cada dia.

Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) não fechou posição sobre o tema. Como disse um de seus aliados, Aécio não gosta da ideia porque ainda se coloca como candidato ao Planalto em 2018, mas também não desgosta porque é interessante para ele ver Doria agitando os bastidores do PSDB paulista.

Em público e também reservadamente, Doria não se cansa de repetir que seu candidato a presidente é Alckmin, a quem deve a candidatura a prefeito e boa parcela do sucesso eleitoral.

Não será tarefa fácil, no entanto, para assessores diretos de Doria obedecerem à “lei do silêncio” imposta por ele.

O entorno mais próximo do prefeito está empolgado com seu modo de fazer política e de comandar. Acha que ele tem um dinamismo raro entre seus pares.

Porém, quem conheceu seu estilo mais de perto nestes quase três meses de gestão diz que, caso ele identifique alguma “central de boatos eleitorais” na administração, será implacável na punição.

De fora pra dentro

Como ninguém no PSDB assume a autoria ou mesmo reconhece um movimento concreto pró-Doria 2018 dentro do partido, a maior força do prefeito neste momento está entre os chamados “simpatizantes”. Até agora o mais barulhento deles é o Movimento Brasil Livre (MBL), que já lançou Doria para a Presidência da República.

Há ações pela candidatura Doria também entre o empresariado que tendem a ganhar mais corpo se o conjunto das delações da Odebrecht complicar o trio Serra, Aécio e Alckmin.

Se isso se confirmar, o mais provável é que a “lei do silêncio” do prefeito seja ineficaz diante da temperatura política. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

Fonte: Exame.abril.com.br

Doria encerra contrato com empresa acusada de corrupção

João Doria rescindiu o contrato da prefeitura com a Alumini, empresa responsável por 40% da iluminação pública da cidade de São Paulo.

A Alumini foi considerada inidônea pela Controladoria Geral da União por envolvimento com o esquema de propinas na Petrobras.

Dória quer agora fazer uma parceria público-privada para definir as empresas que vão prestar o serviço de iluminação.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Doria vai sortear R$ 1 milhão por mês para quem pedir nota fiscal

A gestão Doria irá anunciar nesta quinta-feira (2) o programa que prevê sorteios mensais de 1 milhão de reais para quem pedir a nota fiscal paulistana emitida por prestadores de serviços na capital.

 

De acordo com o anúncio, o objetivo do programa “Sua Nota Vale Um Milhão” é coibir a sonegação do Imposto sobre Serviços (ISS) na cidade de São Paulo. Os sorteios serão feitos pela Caixa Econômica Federal com transmissão pela internet e o primeiro está marcado para o dia 5 de abril.

Diferente da nota fiscal paulista, emitida pelo governo do Estado para arrecadar o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a nota fiscal paulistana, atualmente, rende créditos a quem a solicita que podem ser revertidos em abatimentos do Imposto Territorial e Urbano (IPTU) ou transferências em dinheiro para a conta corrente e poupança.

A prefeitura irá detalhar na manhã desta quinta-feira as regras dos sorteios.

 

 

Fonte: Vejasp.abril.com.br