As 10 empresas mais reclamadas, segundo o Procon-SP

SÃO PAULO - O Procon de São Paulo divulgou o ranking com as empresas e setores mais reclamados no estado em 2017. A lista inclui as companhias que mais geraram reclamações fundamentadas, ou seja, demandas de consumidores que, não solucionadas em um primeiro atendimento, geraram a abertura de processo administrativo. Ao todo foram registrados 709.424 atendimentos no ano passado entre consultas,

VEJA O RANKING COM AS 10 EMPRESAS MAIS RECLAMADAS:

O Grupo Pão de Açúcar (Casas Bahia (/assuntos/bahia), Extra e Ponto Frio) passou da 2ª colocação em 2016 para a liderança do ranking estadual, com um total de 4.722 registros. Ficou evidente durante o levantamento do Procon-SP o Número expressivo de Reclamações simples. Segundo o órgão de defesa do consumidor, a empresa não cumpre sequer a obrigação de entregar corretamente os produtos vendidos aos consumidores.

Em segundo lugar, com 4.081 registros, está O Grupo Vivo/Telefônica voltando a liderar como a mais reclamada do segmento de telecomunicações. Além de aumentar suas demandas, a empresa piorou seu índice de solução de 67% em 2016 para atuais 56%. No interior, o grupo ficou em 1º lugar com 2.140, mais da metade das reclamações registradas.

Apesar de melhorar sua posição, passando a ocupar a 3ª colocação, o Grupo Claro (/assuntos/claro)/Net/Embratel (América Movil) piorou seu índice de solução para 70% das demandas contra os 74% do ano anterior. "Como ocupava há anos o topo das reclamadas, sempre com os mesmos problemas, em meio a tantas oportunidades latentes, havia perspectiva de signicativa melhora, o que infelizmente não se concretizou", afirma o Procon-SP, em nota.

 

 

Fonte: Infomoney.com.br

Caixa realiza leilão de imóveis com até 74% de desconto

A Zukerman Leilões realiza neste sábado, dia 3, em São Paulo, o leilão de 373 imóveis da Caixa Econômica Federal. Serão leiloadas casas, apartamentos, espaços comerciais e terrenos – ocupados e desocupados retomadas pelo banco por falta de pagamento do mutuário.

Os valores dos imóveis variam entre 55,2 mil, caso de um apartamento em São Bernardo do Campo (SP) com 79,04 metros quadrados, a 2,9 milhões, valor de um imóvel comercial com 11,1 mil metros quadrados em Mogi das Cruzes (SP).

Os descontos em relação ao preço de mercado do imóvel podem ficar até 74% abaixo da avaliação de mercado. Um exemplo é um apartamento com 139 metros quadrados em Perdizes, cujo valor de avaliação pela CEF foi de 587 mil reais, mas o lance mínimo definido pelo banco foi de 148,8 mil reais, o que corresponde a 25,36% do valor de avaliação. Contudo, o imóvel, que está desocupado, já tem 225 lances, o maior de 386 mil reais.

Todas as unidades estão localizadas no Estado de São Paulo, espalhadas pelos municípios de Arujá, Barueri, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Jandira, Juquitiba, Mauá, Mogi das Cruzes, Poá, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Paulo, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

Este é o primeiro leilão dos dois que a Caixa deve fazer por lei. Nesse, os imóveis são leiloados pelo banco a valor de mercado. Caso não sejam vendidos, no segundo eles são leiloados pelo valor da dívida que resta pagar mais o valor das despesas do banco com a promoção dos leilões, diz Leonardo Takemoto, da Zukerman. “Nesse primeiro leilão, eventuais dívidas com IPTU e condomínio são quitadas pelo banco. É necessário ressaltar que a maioria dos imóveis leiloados ainda estão ocupados pelos devedores. Por isso o preço é mais baixo: para compensar gastos com uma futura ação judicial de despejo do antigo proprietário”.

Para participar do leilão, os interessados devem comparecer ao Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo, neste sábado às 10h. É possível habilitar-se para participar remotamente pela plataforma online da casa de leilões. Para isso, é necessário realizar um cadastro.

Leilão de imóveis da Caixa

Quando: 3 de fevereiro de 2018, às 10h.
Onde: Maksoud Plaza Hotel – Rua São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista, São Paulo – SP

 

 

Fonte: Exame.abril.com.br

Doria responde a Lula: ‘Prefiro ser um nada do que um ladrão’

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), rebateu as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou não ter medo dos ataques que tem recebido de lideranças petistas. “O Lula disse que o João Doria é um nada. Eu prefiro ser um nada do que um ladrão”, declarou o tucano em seu programa Olho no Olho, transmitido por seus perfis em redes sociais.

Na quinta-feira, Lula afirmou que Doria “por enquanto não é nada”. “É só o João Trabalhador [apelido que o tucano usa em suas ações de marketing] que não trabalha”. O prefeito rebateu as críticas citando a condenação a nove anos e seis meses de prisão que o juiz federal Sergio Moro proferiu contra o ex-presidente.

“Foi este nada, Lula, que venceu o seu candidato, Fernando Haddad, com 53% dos votos na capital de São Paulo. O nada agradece a sua manifestação, mas prefiro ser um nada livre do que um Luiz Inácio a caminho de Curitiba”, disse o tucano, citando a cidade que concentra a principal força-tarefa da Operação Lava Jato.

Lula falou sobre Doria no programa Na Sala do Zé, do canal Ultrajano, do jornalista José Trajano, no YouTube. Também participaram como entrevistadores outros dois jornalistas esportivos, Juca Kfouri e Antero Greco. O prefeito afirmou que Trajano e Kfouri são “eméritos petistas” que “devem até ter feito tatuagem do PT no peito”. Ele ainda chamou o ex-presidente de “Luiz Inácio Mentiroso da Silva”.

“Não tenho medo do Lula, do PT, de Gleisi Hoffmann [senadora pelo PT-PR], dessa gente que considero desqualificada, porque ajudaram a quase destruir o Brasil. Eles formulam ataques contra mim, e eu devolvo”, disse Doria.

Eleições 2018

O prefeito voltou a afirmar que Lula deveria ser autorizado a disputar as eleições presidenciais de 2018. Se for condenado em segunda instância, o petista será enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficará inelegível. “Prefiro que dispute e perca a eleição, será a única forma de não vitimizarmos esse cidadão e de não emularmos a imagem desse homem como um salvador da pátria aprisionado pelo juiz Sergio Moro. Dispute no voto, perca no voto e siga depois para cumprir a sentença do juiz Sergio Moro.”

Doria disse que não está pensando em ganhar votos com os ataques frequentes que faz ao PT. O tucano é citado como um dos possíveis presidenciáveis do PSDB para 2018. “Significa que tenho um passado limpo. Não tenho nenhum problema. Eu não recebi contribuição da Odebrecht nem da JBS”, disse.

O prefeito, que ao menos publicamente defende a candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), à Presidência, disse esperar que um “agente transformador” seja eleito como próximo presidente.

Nordeste

Ao responder a uma pergunta sobre a força política de Lula, especialmente no Nordeste, Doria admitiu que o ex-presidente ainda tem muito capital político naquela região do país. “Tenho que reconhecer. No Nordeste, esse discurso do Lula ainda tem ressonância. E tem pessoas que, por falta de instrução, informação e por ainda acreditarem no mito do Lula, ainda acham que ele pode ser uma boa solução para o Brasil”, declarou.

 

 

 

Fonte: veja.abril.com.br

Calero diz que Doria é ‘versão 2.0 do rouba, mas faz’

Ex-ministro da Cultura e ex-membro do PSDB, Marcelo Calero condenou o apoio que João Doria dá ao governo de Michel Temer. Calero escreveu em seu Twitter que o prefeito de São Paulo encarna nova versão de velhas práticas de governo.

“Doria prometeu encarnar o novo. Mas parece cada vez mais adaptado às práticas da velha política: versão 2.0 do “rouba mas faz”, disse.

Em novembro de 2016, Calero grampeou Temer e o então Secretário de Governo, Geddel Vieira Lima.

Calero acusou os dois fazerem pressão pela liberação de um prédio em Salvador, contrariando uma decisão do o Instituto do do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Geddel tinha comprado um apartamento no edifício.

 

 

Fonte: veja.abril.com.br

No Rio, João Doria nega candidatura a presidente em 2018

Em encontro com empresários nesta segunda-feira no Rio de Janeiro, o prefeito de São Paulo, João Doria Jr. (PSDB), voltou a negar que pretende ser candidato à presidência em 2018. “Não sou candidato a nada, sou candidato a ser o melhor prefeito de São Paulo”, e emendou: “Meu compromisso é fazer uma cidade melhor e um país melhor. Nisso só tem uma bandeira, e ela não é vermelha, é verde e amarela”.

Embora tenha negado as intenções presidenciáveis, Doria aproveitou a agenda no Rio para criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamado pelo tucano de “sem-vergonha”, e afirmou que quer ser “querido pelo povo”. “Lula tem a cara de pau de dizer que o país precisa do PT e da moralidade. Lula é o maior sem-vergonha do país e deu aula de imoralidade. Eu não. Não estou na Lava Jato e não recebi dinheiro da JBS”, disparou João Doria.

Pouco antes do evento, em um encontro rápido e reservado com o prefeito carioca Marcelo Crivella (PRB), Doria já havia alfinetado o PT ao afirmar que o país enfrenta “13 anos de recessão e 14 milhões de desempregados”.

Novato no ninho tucano, o prefeito paulistano foi elogiado por correligionários no Rio. “Sua gestão em São Paulo é uma esperança para o futuro do nosso Brasil, nesse momento tão difícil. Acompanhamos seu trabalho e achamos que ele deve se expandir para o Brasil”, afirmou o deputado estadual Carlos Osório (PSDB).

A jornalistas, João Doria disse que a decisão do PSDB de manter apoio ao governo do presidente Michel Temer após a delação-bomba do empresário Joesley Batista não é “irrevogável”. Apesar disso, ele entende que o partido deve esperar a decisão da Justiça.

“Se houver uma situação que implique o presidente Temer em uma culpa flagrante, evidentemente que o PSDB deve reavaliar esse apoio. Mas, enquanto isso, o partido não pode precipitar um juízo. Enquanto [o governo] merecer a estabilidade governamental com os ministros do PSDB, temos que oferecer essa garantia, mas não em caráter irrevogável”, afirmou.

Questionado sobre o destino do correligionário Aécio Neves (PSDB-MG) em caso de condenação, Doria admitiu que o momento é “delicado para o PSDB”, mas voltou a argumentar que é preciso aguardar o judiciário. Na palestra com empresários minutos antes, o prefeito, sem citar nomes, falou que a legenda cometeu erros.  “Nós temos que olhar para dentro do partido. Também temos que fazer o mea culpa e reconhecer nossos erros”.

 

 

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Doria determina “lei do silêncio” sobre eleições de 2018

São Paulo – No cargo há menos de três meses, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), começa a experimentar as primeiras ondas de calor oriundas da fogueira de vaidades do PSDB e já teme ser vítima do famoso “fogo amigo” tucano.

Como consequência, Doria orientou assessores diretos a evitar comentários e análises em público e em privado sobre a possibilidade de ele ser candidato a presidente ou a governador do Estado em 2018.

A primeira labareda mais intensa foi sentida na semana passada. Em entrevistas publicadas pelos jornais O Estado de S. Paulo e “O Globo”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou Doria.

“Gestor não inspira nada. Tem de ser líder.” Apresentar-se como um “gestor” da iniciativa privada foi um fator decisivo na campanha eleitoral pela Prefeitura de São Paulo.

Faíscas de fogo amigo surgem nos grupos do senador José Serra e do governador Geraldo Alckmin, que, nos bastidores, começam a ensaiar as primeiras críticas à gestão Doria na Prefeitura.

Outra chamuscada foi dada pelos partidos aliados de Alckmin em São Paulo. O secretário-geral do PTB, deputado estadual Campos Machado, e Roberto Jefferson, presidente nacional da legenda, afirmaram que o PTB “apoia Alckmin, e não o PSDB” à Presidência em 2018.

Para ficar mais claro, disseram que Doria não teria o apoio deles em uma candidatura. Setores do PHS e do PV foram na mesma linha.

Por causa disso, o prefeito avalia que suas chances de concorrer ao Planalto diminuem conforme aumentam as especulações em torno de sua eventual candidatura.

Segundo um de seus auxiliares, o prefeito entende que administrar São Paulo e obter sucesso na empreitada é, hoje, seu maior capital político.

Até porque, como ficou claro, Doria não terá apoio dos três principais líderes do PSDB em São Paulo caso queira se lançar, agora, no cenário eleitoral.

FHC, Serra e Alckmin não estão interessados em tê-lo como pré-candidato ao Planalto neste momento, já que os dois últimos também cogitam concorrer a presidente.

Quanto ao governo, ainda não há consenso. Serra é mais refratário à ideia, enquanto Alckmin se mostra menos resistente a cada dia.

Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) não fechou posição sobre o tema. Como disse um de seus aliados, Aécio não gosta da ideia porque ainda se coloca como candidato ao Planalto em 2018, mas também não desgosta porque é interessante para ele ver Doria agitando os bastidores do PSDB paulista.

Em público e também reservadamente, Doria não se cansa de repetir que seu candidato a presidente é Alckmin, a quem deve a candidatura a prefeito e boa parcela do sucesso eleitoral.

Não será tarefa fácil, no entanto, para assessores diretos de Doria obedecerem à “lei do silêncio” imposta por ele.

O entorno mais próximo do prefeito está empolgado com seu modo de fazer política e de comandar. Acha que ele tem um dinamismo raro entre seus pares.

Porém, quem conheceu seu estilo mais de perto nestes quase três meses de gestão diz que, caso ele identifique alguma “central de boatos eleitorais” na administração, será implacável na punição.

De fora pra dentro

Como ninguém no PSDB assume a autoria ou mesmo reconhece um movimento concreto pró-Doria 2018 dentro do partido, a maior força do prefeito neste momento está entre os chamados “simpatizantes”. Até agora o mais barulhento deles é o Movimento Brasil Livre (MBL), que já lançou Doria para a Presidência da República.

Há ações pela candidatura Doria também entre o empresariado que tendem a ganhar mais corpo se o conjunto das delações da Odebrecht complicar o trio Serra, Aécio e Alckmin.

Se isso se confirmar, o mais provável é que a “lei do silêncio” do prefeito seja ineficaz diante da temperatura política. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

Fonte: Exame.abril.com.br

Doria encerra contrato com empresa acusada de corrupção

João Doria rescindiu o contrato da prefeitura com a Alumini, empresa responsável por 40% da iluminação pública da cidade de São Paulo.

A Alumini foi considerada inidônea pela Controladoria Geral da União por envolvimento com o esquema de propinas na Petrobras.

Dória quer agora fazer uma parceria público-privada para definir as empresas que vão prestar o serviço de iluminação.

 

 

Fonte: Veja.abril.com.br

Doria vai sortear R$ 1 milhão por mês para quem pedir nota fiscal

A gestão Doria irá anunciar nesta quinta-feira (2) o programa que prevê sorteios mensais de 1 milhão de reais para quem pedir a nota fiscal paulistana emitida por prestadores de serviços na capital.

 

De acordo com o anúncio, o objetivo do programa “Sua Nota Vale Um Milhão” é coibir a sonegação do Imposto sobre Serviços (ISS) na cidade de São Paulo. Os sorteios serão feitos pela Caixa Econômica Federal com transmissão pela internet e o primeiro está marcado para o dia 5 de abril.

Diferente da nota fiscal paulista, emitida pelo governo do Estado para arrecadar o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a nota fiscal paulistana, atualmente, rende créditos a quem a solicita que podem ser revertidos em abatimentos do Imposto Territorial e Urbano (IPTU) ou transferências em dinheiro para a conta corrente e poupança.

A prefeitura irá detalhar na manhã desta quinta-feira as regras dos sorteios.

 

 

Fonte: Vejasp.abril.com.br